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Hoje, 15 de março, amanhecemos em luto por mais uma vida ceifada, por mais uma mulher negra assassinada no Brasil. Marielle Franco, mulher negra da favela da Maré, militante pelos direitos humanos e vereadora pelo PSOL no Rio de Janeiro, foi brutalmente executada a tiros, ontem à noite, no bairro do Estácio, região central da capital carioca. Também foi vítima do mesmo crime o motorista do carro, Anderson Pedro Gomes.
Marielle acabara de ser nomeada relatora de uma comissão formada pela Câmara Municipal do Rio para acompanhar a intervenção federal. Comumente, denunciava crimes contra jovens, mulheres, principalmente executados pela polícia, pelo Estado. Dessa vez, decidiram calar a voz de Marielle.
O CEAS compreende que a luta contra o extermínio da população negra, contra a lgbtfobia e as múltiplas violências que recaem sobre as mulheres, principalmente negras, é uma afronta ao sistema capiltalista, racista e explorador. E mais ainda, nesse período, a luta se torna altamente perigosa para quem ousa sonhar.
Mas, somos milhões em todo país. O povo negro, indígena, trabalhadores e trabalhadoras resistem e continuarão em luta.
Marielle, não nos esqueceremos. Sua vida, e sua morte, não serão em vão.

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